O MADEA – Masculinidades à Deriva em Afeto realiza, no dia 10 de outubro de 2026, seu segundo encontro em Santos, dando continuidade à proposta de criar um espaço de experiências e reflexão para homens interessados em pensar as masculinidades em sua pluralidade, especialmente aquelas que escapam aos modelos normativos. Com o tema “Mitos e Malabarismos no Cotidiano das Masculinidades Dissidentes”, o encontro acontece das 15h às 18h, no Espaço Equillibrium 3C, no Boqueirão em Santos/SP, e propõe uma travessia coletiva entre cinema, psicologia analítica, símbolos, memória, afetos e experiências de autoconhecimento.
Para participar do segundo encontro do MADEA é necessário fazer a inscrição com antecedência, com valor de investimento de R$38,00 no Lote I, até 30 de setembro, e R$48,00 no Lote II, de 1º a 8 de outubro. O valor inclui as experiências propostas no encontro e coffee de boas-vindas. As vagas são limitadas.
FAÇA A SUA INSCRIÇÃO NO MADEA AQUI:
https://forms.gle/q3GQNeXpLhGmEWiMA
MADEA – Masculinidades à Deriva em Afeto
Valor da inscrição:
. Lote I - 38,00 até 30/09
. Lote II - 48,00 01 a 08/10
. Incluso: Experiências do Encontro e Coffee de Boas-Vindas
⚠ Vagas limitadas | Inscrição antecipada necessária
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ROTEIRO – 2°ENCONTRO DO MADEA
. O masculino à deriva em cena
. Dinâmica com cartas mitológicas
. Jogo Indiano - Maha Lilah
. Impressões
. Encerramento
Criado pelo cineasta e fotojornalista Eduardo Ricci e pelo psicólogo Igor Borysow, doutor em Saúde Coletiva, o MADEA não pretende “consertar” as masculinidades, mas criar condições para que elas possam ser observadas, questionadas e experimentadas a partir de suas diferentes formas de existir. O grupo parte da compreensão de que, em meio a tantos modelos de comportamento, expectativas sociais e exigências de performance, também é possível abrir espaço para a dúvida, a vulnerabilidade, o desejo, a sensibilidade e outras maneiras de se relacionar consigo mesmo e com o outro.
Neste segundo encontro, o ponto de partida será o masculino à deriva em cena, com a exibição de cenas dos filmes A Odisseia”, de Christpher Nolan e “Dias Perfeitos”, de Win Wenders, utilizadas como dispositivos para provocar percepções e conversas sobre masculinidades dissidentes. A experiência segue com uma dinâmica com cartas mitológicas e uma vivência coletiva com o Maha Lilah, conhecido como “o jogo da vida”. De origem indiana e relacionado às tradições filosóficas do hinduísmo, o jogo utiliza símbolos, casas, arquétipos e desafios para estimular reflexões sobre padrões emocionais, medos, desejos, identidade e transformação.
No MADEA, o Maha Lilah não aparece como uma atividade isolada, mas como um dispositivo simbólico de escuta e diálogo, colocando em relação aquilo que emerge das imagens cinematográficas, dos arquétipos e da experiência de cada participante. A proposta é perceber possíveis sincronicidades, reconhecer padrões e ampliar as perguntas sobre aquilo que atravessa as experiências masculinas no cotidiano.
Quem pode participar?
Podem participar homens adultos interessados em dialogar de forma plural, trocar saberes e expandir sua humanidade. Não é necessário chegar com respostas prontas ou conhecimento prévio sobre cinema, psicologia analítica ou o Maha Lilah. O convite é para participar de uma experiência de presença, escuta e reflexão sobre as múltiplas formas de ser homem no contemporâneo.
O MADEA – Masculinidades à Deriva em Afeto é coordenado por Eduardo Ricci, jornalista, cineasta e fotojornalista, que atua com cinema desde 1995. É fundador do Cineclube Lanterna Mágica e diretor do CINEME-SE – Festival da Experiência do Cinema. Desenvolve projetos e pesquisas que aproximam cinema, paisagem, memória, urbanismo afetivo e experiências sensoriais, além de atuar com live cinema e deriva urbana.
A coordenação também é realizada por Igor Borysow, psicólogo clínico com atuação em psicologia analítica de base junguiana e doutor em Saúde Coletiva. Desenvolve pesquisas relacionadas à saúde mental, políticas públicas e cuidado coletivo, além de atuar com escuta clínica, processos simbólicos e questões ligadas às subjetividades contemporâneas.
