terça-feira, 29 de setembro de 2026

CINE DEGUSTA > CURSO DE HISTÓRIA, NARRATIVA E ANÁLISE DE CINEMA

 

Curso propõe aprender História, Narrativa e Análise de Cinema
por meio de sabores, memórias e experiências sensoriais

E se fosse possível degustar a história do cinema? Essa é a provocação do curso Cine Degusta – A Construção do Gosto, que propõe uma experiência de formação em História, Narrativa e Análise Cinematográfica a partir de um encontro pouco convencional: cinema e gastronomia.

Realizado em quatro encontros, nos dias 17 e 31 de outubro e 7 e 14 de novembro de 2026, com apresentação do jornalista e cineasta Eduardo Ricci, o curso combina análise de filmes, história do cinema, linguagem cinematográfica, experiências gastronômicas e dinâmicas sensoriais para investigar como imagens, histórias, aromas e sabores participam da construção do gosto, das memórias e dos afetos.

FAÇA AQUI A SUA RESERVA: Cine Degusta - A Construção do Gosto

A proposta parte de dois conceitos que atravessam cinema e gastronomia: a mise-en-scène, organização dos elementos que compõem a cena cinematográfica, e a mise-en-place, princípio de organização e preparação presente na cozinha. A aproximação entre os dois universos funciona como ponto de partida para compreender o cinema não apenas como algo que se assiste, mas como uma experiência que pode envolver diferentes sentidos.

Ao longo de 10 horas de formação, cenas e obras de diferentes períodos do cinema nacional e internacional serão colocadas em diálogo com culturas alimentares, café, vinho, chocolate, memória afetiva, cidade, turismo cinematográfico e experiências cotidianas.


Cena cheia de sabores do filme "O Quarto ao Lado"

Um banquete cinematográfico

A metodologia foi concebida como um banquete cinematográfico dividido em quatro etapas, permitindo que os participantes avancem progressivamente pela história, linguagem e experiência do cinema.

No primeiro encontro, “O Degustar de Tudo”, o percurso começa pelas origens do cinema e pelas relações entre mise-en-scène e mise-en-place, chegando às experiências sensoriais e ao papel do tempo na construção cinematográfica.

Em “O Espectador como Metáfora”, o foco se desloca para a linguagem cinematográfica: cinematografia, espaço-tempo e construção estética entram em diálogo com as culturas do vinho, do café e do chocolate.

O terceiro encontro, “O Afeto em Cena”, leva a experiência para além da sala, relacionando memória afetiva, ancestralidade, cotidiano e espaço urbano. Uma saída imersiva convida o participante a perceber a cidade também como território narrativo e cinematográfico.

O percurso termina com “A Geografia do Desejo”, dedicado às relações entre cinema de autor, turismo cinematográfico, experiência do espectador e novas formas de participação e produção cultural.

Ao final, os participantes recebem ainda indicações de filmes, receitas e referências para continuar experimentando as relações entre cinema e gastronomia.

Sobre Eduardo Ricci (facilitador do curso)

Criador da sessão imersiva Café Cine Degusta, Eduardo Ricci é jornalista, cineasta, fotógrafo, barista, pesquisador de cinema expandido e guia de turismo. Desde 1995 desenvolve trabalhos que atravessam cinema, fotografia, arte, cidade, gastronomia e experiências sensoriais.

É fundador do Cineclube Lanterna Mágica, criado em 1999 na Universidade Santa Cecília (Unisanta), e diretor do CINEME-SE – Festival da Experiência do Cinema. Sua trajetória inclui curtas-metragens, exposições fotográficas, videoinstalações, live cinema, experiências imersivas, jantares cine imersivos e projetos de formação e pesquisa.

Entre seus trabalhos estão o Cine Degusta – Food Film Festival, o ensaio cine-fotográfico Verticidades, o Mapa Cine Afetivo de Santos, as Expedições Cine Fotográficas e o CineTour Afetivo.

No curso Cine Degusta – A Construção do Gosto, Ricci reúne essas diferentes experiências em uma formação interdisciplinar que propõe ampliar o olhar sobre o cinema e, ao mesmo tempo, investigar uma pergunta essencial: como construímos aquilo de que gostamos?

O momento em que os sabores de 
um filme ganha mais ingredientes

INFORMAÇÕES GERAIS 

Cine Degusta – A Construção do Gosto
Curso de História, Narrativa e Análise de Cinema

Coordenação: Prof. Eduardo Ricci
Datas: 17 e 31 de outubro e 7 e 14 de novembro de 2026
Horário: sábados, das 9h às 11h30
Carga horária: 10 horas
Vagas: 40 participantes

Programação:
Encontro 1 — O Degustar de Tudo
Encontro 2 — O Espectador como Metáfora
Encontro 3 — O Afeto em Cena
Encontro 4 — A Geografia do Desejo

Uma experiência para conhecer a história do cinema, compreender sua linguagem, analisar suas imagens e descobrir como o cinema também pode ser experimentado pelos sabores, aromas, memórias e afetos.

Sabores de Kubrick

segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Entre mitos e malabarismos, MADEA questiona os roteiros do masculino

 

O MADEA – Masculinidades à Deriva em Afeto realiza, no dia 10 de outubro de 2026, seu segundo encontro em Santos, dando continuidade à proposta de criar um espaço de experiências e reflexão para homens interessados em pensar as masculinidades em sua pluralidade, especialmente aquelas que escapam aos modelos normativos. Com o tema “Mitos e Malabarismos no Cotidiano das Masculinidades Dissidentes”, o encontro acontece das 15h às 18h, no Espaço Equillibrium 3C, no Boqueirão em Santos/SP, e propõe uma travessia coletiva entre cinema, psicologia analítica, símbolos, memória, afetos e experiências de autoconhecimento.

Para participar do segundo encontro do MADEA é necessário fazer a inscrição com antecedência, com valor de investimento de R$38,00 no Lote I, até 30 de setembro, e R$48,00 no Lote II, de 1º a 8 de outubro. O valor inclui as experiências propostas no encontro e coffee de boas-vindas. As vagas são limitadas.


FAÇA A SUA INSCRIÇÃO NO MADEA  AQUI: 

https://forms.gle/q3GQNeXpLhGmEWiMA


MADEA – Masculinidades à Deriva em Afeto

2º encontro — “Mitos e Malabarismos no Cotidiano das Masculinidades Dissidentes”

10 de outubro de 2026 | 15h às 18h
Espaço Equillibrium 3C – Rua Dom Lara, 66 – Boqueirão – Santos/SP

Valor da inscrição:
. Lote I - 38,00 até 30/09
. Lote II - 48,00 01 a 08/10
. Incluso: Experiências do Encontro e Coffee de Boas-Vindas 

⚠ Vagas limitadas | Inscrição antecipada necessária

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ROTEIRO – 2°ENCONTRO DO MADEA 
. O masculino à deriva em cena
. Dinâmica com cartas mitológicas
. Jogo Indiano - Maha Lilah
. Impressões
. Encerramento 

Criado pelo cineasta e fotojornalista Eduardo Ricci e pelo psicólogo Igor Borysow, doutor em Saúde Coletiva, o MADEA não pretende “consertar” as masculinidades, mas criar condições para que elas possam ser observadas, questionadas e experimentadas a partir de suas diferentes formas de existir. O grupo parte da compreensão de que, em meio a tantos modelos de comportamento, expectativas sociais e exigências de performance, também é possível abrir espaço para a dúvida, a vulnerabilidade, o desejo, a sensibilidade e outras maneiras de se relacionar consigo mesmo e com o outro.

Neste segundo encontro, o ponto de partida será o masculino à deriva em cena, com a exibição de cenas dos filmes A Odisseia”, de Christpher Nolan e “Dias Perfeitos”, de Win Wenders, utilizadas como dispositivos para provocar percepções e conversas sobre masculinidades dissidentes. A experiência segue com uma dinâmica com cartas mitológicas e uma vivência coletiva com o Maha Lilah, conhecido como “o jogo da vida”. De origem indiana e relacionado às tradições filosóficas do hinduísmo, o jogo utiliza símbolos, casas, arquétipos e desafios para estimular reflexões sobre padrões emocionais, medos, desejos, identidade e transformação.

No MADEA, o Maha Lilah não aparece como uma atividade isolada, mas como um dispositivo simbólico de escuta e diálogo, colocando em relação aquilo que emerge das imagens cinematográficas, dos arquétipos e da experiência de cada participante. A proposta é perceber possíveis sincronicidades, reconhecer padrões e ampliar as perguntas sobre aquilo que atravessa as experiências masculinas no cotidiano.

Quem pode participar?
Podem participar homens adultos interessados em dialogar de forma plural, trocar saberes e expandir sua humanidade. Não é necessário chegar com respostas prontas ou conhecimento prévio sobre cinema, psicologia analítica ou o Maha Lilah. O convite é para participar de uma experiência de presença, escuta e reflexão sobre as múltiplas formas de ser homem no contemporâneo.

O MADEA – Masculinidades à Deriva em Afeto é coordenado por Eduardo Ricci, jornalista, cineasta e fotojornalista, que atua com cinema desde 1995. É fundador do Cineclube Lanterna Mágica e diretor do CINEME-SE – Festival da Experiência do Cinema. Desenvolve projetos e pesquisas que aproximam cinema, paisagem, memória, urbanismo afetivo e experiências sensoriais, além de atuar com live cinema e deriva urbana.

A coordenação também é realizada por Igor Borysow, psicólogo clínico com atuação em psicologia analítica de base junguiana e doutor em Saúde Coletiva. Desenvolve pesquisas relacionadas à saúde mental, políticas públicas e cuidado coletivo, além de atuar com escuta clínica, processos simbólicos e questões ligadas às subjetividades contemporâneas.


quarta-feira, 9 de setembro de 2026

“Entre Cores e Desejos” une cinema com café na celebração à primavera

 

No dia 26 de setembro, às 15h, a Cafeteria Cafeína, em Santos, recebe uma nova edição do Café Cine Degusta, projeto criado por Eduardo Ricci que aproxima cinema, café e experiência sensorial. Com o tema “Entre Cores e Desejos”, a edição propõe um percurso pelas relações entre imagem, cor, desejo, memória e os sentidos, tendo como personagens-chave os universos de Vincent van Gogh, Frida Kahlo e Pedro Almodóvar, em diálogo com a atmosfera do filme Bacurau (Brasil, 2019), de Kleber Mendonça Filho.

A proposta parte das cores não apenas como elementos visuais, mas como aquilo que também pode provocar atração, memória e desejo. Van Gogh, Frida e Almodóvar formam uma espécie de constelação de referências para pensar como diferentes linguagens artísticas constroem personagens, cenas e atmosferas a partir da cor. Nesse percurso, o filme Bacurau amplia a conversa ao trazer para o centro outras possibilidades de leitura da imagem, do território e da experiência brasileira.

Café Cine Degusta – Entre Cores e Desejos acontece em 26 de setembro de 2026, das 15h às 17h30, na Cafeteria Cafeína, localizada na Rua Almeida de Morais, 37, Vila Matias, em Santos (SP).

O investimento é de R$ 88,00 no Lote I, até 17 de setembro, e R$ 98,00 no Lote II, de 18 a 25 de setembro. A inscrição é efetivada mediante pagamento via PIX para cinericci@yahoo.com.br, em nome de Eduardo de Jesus Ricci.

Faça aqui a sua reserva:
https://forms.gle/5ZkjSXYg7Krh7mFM9

 

A primavera, que chega poucos dias antes da realização do encontro, também entra nessa narrativa. As flores aparecem como uma passagem entre natureza, erotismo e desejo: são os órgãos reprodutores das plantas e, ao mesmo tempo, estruturas de cores, formas e atração. A própria flor do café, uma rubiácea, torna-se parte dessa investigação, aproximando sua florada de outras flores e criando uma conexão entre aquilo que nasce no cafeeiro e aquilo que o cinema transforma em imagem.

É nesse ponto que o café deixa de ser apenas uma bebida e passa a participar da narrativa. Esta sessão imersiva trabalha com café especial brasileiro, em uma perspectiva mais raiz, acompanhado de um sabor especialmente relacionado ao tema e também ao universo cromático de Van Gogh, Frida e Almodóvar. Dois cafés especiais serão degustados ao longo da experiência, estabelecendo relações entre sabor, cor e as diferentes etapas que fazem a bebida do cotidiano chegar ao público.

A torra e a moagem serão observadas também a partir de possíveis analogias com a composição de uma cena cinematográfica: processos, escolhas, transformações e tempos que interferem no resultado final. O preparo do café amplia essa metáfora, aproximando o gesto de fazer um bom café do próprio processo de construção de uma narrativa. A água, presente desde a chuva até o café servido, atravessa essa relação como elemento de transformação; e também como uma possibilidade de pensar a memória, entendida aqui como uma espécie de ilha de edição onde experiências são selecionadas, reorganizadas e ressignificadas.

O tarô integra a experiência como recurso de expansão da narrativa, estabelecendo novas possibilidades de conexão entre cinema e a cultura do café. A partir desse oráculo, a experiência do Café Cine Degusta investiga as possíveis metáforas presentes nas relações entre imagens, desejos e interpretações, sem abandonar o caráter concreto da degustação.

A própria cafeteria torna-se parte dessa construção. A estrutura imersiva do encontro acontece no espaço do Cafeína, em diálogo com os personagens, suas cores e seus desejos. O café servido, os sabores e as referências cinematográficas não aparecem como elementos isolados, mas como partes de uma mesma experiência conduzida por Eduardo Ricci, jornalista, fotógrafo e cineasta, com a participação do barista Matheus Evangelista, sócio-gestor da Cafeteria Cafeína. 

A PROGRAMAÇÃO

- Boas Vindas

- Degustação Cine Afetiva

- Geografia dos Desejos

- Sabor da Cena - “Cores e Desejos”

- Impressões

- Volte Sempre


A experiência inclui apresentação cine sensorial, sessão cine imersiva, vivências a partir da experiência do cinema e a degustação de dois cafés especiais e de um sabor harmonizado com o tema central da edição e com o universo das cores de Van Gogh, Frida e Almodóvar.

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Com quem será a apresentação?

Criador do Café Cine Degusta, Eduardo Ricci é jornalista, cineasta, fotógrafo, barista, pesquisador e guia de turismo. Desde 1995 desenvolve trabalhos que atravessam cinema, arte, experiências sensoriais e formação cultural. É fundador do Cineclube Lanterna Mágica, criado em 1999 dentro da Unisanta, e diretor do CINEME-SE – Festival da Experiência do Cinema. Sua trajetória reúne curtas-metragens, exposições fotográficas, videoinstalações, live cinema, projetos imersivos, jantares cine imersivos e pesquisas relacionadas ao cinema, à cidade, à memória e à experiência sensorial. Entre seus projetos estão o Cine Degusta – Food Film Festival, o ensaio cine fotográfico Verticidades, o Mapa Cine Afetivo de Santos, as Expedições Cine Fotográficas e o CineTour Afetivo.

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Matheus Evangelista Carneiro, barista convidado e um dos proprietários da Cafeteria Cafeína, iniciou sua formação no universo dos cafés especiais no Museu do Café e posteriormente especializou-se em Torra, Sensorial e Classificação e Degustação pela Associação Comercial de Santos. Com trajetória marcada pelo estudo das variáveis, da química e da física relacionadas ao café, passou pelo projeto Geek Baristas, pela Amicitia Café e pela criação de sua própria torrefação e escola de café. Atualmente, atua como sócio-gestor do Cafeína. No cenário competitivo, foi semifinalista do Campeonato Brasileiro de AeroPress e alcançou o 9º lugar no Campeonato Brasileiro de Brewers.

Faça aqui a sua reserva:
https://forms.gle/5ZkjSXYg7Krh7mFM9


Mais informações
13 98230-4599
cinericci@yahoo.com.br

sábado, 5 de setembro de 2026

Cine Arte Educação com Sabores e Saberes das Infâncias

SABORES DAS INFÂNCIAS

Uma oficina para experimentar o cinema com os olhos, o corpo, a memória e o paladar

E se a cultura do café pudesse abrir uma janela para a infância?

Há memórias que não chegam primeiro pela imagem...

Faça aqui a sua inscrição >> https://forms.gle/FH18Hq1niq9cgRYp6

... Chegam pelo cheiro do café passado. Pelo bolo que saía da cozinha. Pelo barulho de uma colher batendo na xícara. Pela textura de um pão ainda quente. Por uma música que tocava enquanto alguém preparava o café da tarde.

E há imagens que fazem exatamente a mesma coisa: despertam aquilo que estava guardado.

É nesse território entre cinema, memória, sensorialidade, infância e educação que nasce a oficina Cine Arte Educação – Sabores das Infâncias, uma experiência do projeto Sabores do Cinema que acontece no dia 19 de setembro de 2026, em Santos.

Mais do que assistir a um filme ou aprender uma técnica, a proposta é experimentar como o cinema pode se transformar em uma ferramenta de descoberta, criação e mediação educativa.

OFICINA DE CINE ARTE EDUCAÇÃO >> SABORES DAS INFÂNCIAS

19 de setembro de 2026 • sábado
Das 16h30 às 19h

📍 Livraria Sol e Lua
Avenida Joaquim Montenegro, 53
Aparecida — Canal 6
Santos/SP
 
⏱️ 2h30 de experiência
 
🎬 Para Educadores do ensino infantil e demais 
interessados em cinema na educação
 
A inscrição inclui:
🎥 Sessão cine imersiva
🎨 Oficina de Cine Arte Educação
☕ Degustação de café especial
🍰 Harmonização com sabores das infâncias
🎬 Apresentação cine sensorial com Eduardo Ricci
💡 Inspirações e possibilidades para aplicação pedagógica
 
INVESTIMENTO
 
LOTE I — R$ 88,00
até 10/09/2026
 
LOTE II — R$ 98,00
de 11 a 18/09/2026
 
RESERVE SUA VAGA
 
Inscrições:
https://forms.gle/FH18Hq1niq9cgRYp6
 
📲 13 98230-4599
✉️ cinericci@yahoo.com.br
 
🌐 www.saboresdocinema.blogspot.com.br
 
Realização:
Ricci Filmes + Livraria Sol e Lua


O QUE VOCÊ VAI EXPERIMENTAR?

A experiência começa com o Ritual da Chegada, criando uma atmosfera de acolhimento e disponibilidade para perceber.

Depois, a Degustação Cine Afetiva – Café Nenê aproxima café, sabores e memória, mostrando como a experiência sensorial também pode ser uma porta de entrada para narrativas.

Em O Cinema Cresce Como um Grão, vamos pensar o cinema como possibilidade de aprendizagem e criação, aproximando a linguagem cinematográfica da arte-educação e do turismo cinematográfico.

Na Atmosfera do Lúdico – Brincar e o Estar em Cena, entramos no universo da mise-en-scène: espaço, corpo, objetos, cores, gestos e atmosferas passam a ser percebidos como elementos de uma narrativa.

A oficina também propõe pensar como trabalhar o cinema na educação das infâncias, sem transformar a experiência cinematográfica em uma simples atividade de reprodução ou explicação de conteúdo.

E, para fechar, vem o Sabor que Cura, com um curta-metragem surpresa e uma conversa sobre possibilidades de levar essa experiência para a prática pedagógica.

A ideia é que ninguém saia dali apenas com uma lembrança agradável.

 Saia com ideias.

QUANDO O CINEMA SAI DA TELA

Na oficina, o cinema não será tratado apenas como aquilo que acontece diante de uma tela.

Ele será percebido como uma experiência, quando um enquadramento pode nos ensinar a olhar ou uma cena pode despertar uma lembrança. Assim como uma cor pode criar uma atmosfera e um som pode transportar alguém para outro tempo.

A partir dessa perspectiva, a linguagem cinematográfica encontra a cultura do café e os sabores das infâncias, criando uma experiência de cine arte educação que envolve percepção, imaginação, memória afetiva e criação.

 

PARA QUEM É ESSA EXPERIÊNCIA?

A oficina foi criada especialmente para:

  • educadores das infâncias;

  • professores e profissionais da educação;

  • mediadores culturais;

  • estudantes interessados em arte e educação;

  • famílias;

  • profissionais e pesquisadores ligados ao cinema, cultura e infância;

  • e todas as pessoas que acreditam que aprender também pode ser uma experiência sensível.

Não é necessário ter conhecimento prévio de cinema.

A proposta é justamente aproximar o cinema de quem deseja experimentar novas formas de olhar e criar.


POR QUE “SABORES DAS INFÂNCIAS”?

Porque infância não é apenas uma fase da vida. É também um território de imagens, sons, cheiros, brincadeiras, objetos, pessoas e sabores que continuam habitando nossa memória.

Uma oficina sobre cinema e infância pode começar com uma imagem, mas também pode começar com um sabor, com uma pergunta, uma lembrança e até com uma xícara de café.

Sabores das Infâncias propõe justamente esse deslocamento: olhar para o cinema não apenas como linguagem audiovisual, mas como uma experiência capaz de ativar memórias e produzir novos modos de aprender.


UMA EXPERIÊNCIA CINE SENSORIAL

A oficina será conduzida por Eduardo Ricci, jornalista, fotógrafo, cineasta e guia de turismo, que desenvolve pesquisas e experiências na aproximação entre cinema, território, memória, sensorialidade e cultura.

Durante 2h30, os participantes serão convidados a percorrer diferentes momentos de uma experiência cine sensorial:

É uma oficina para quem deseja descobrir que a educação também pode acontecer por meio daquilo que sentimos. E que o cinema pode ser muito maior do que uma tela.